quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Festa na Cabreira dia 18.08.2012

No dia 18.08.2012 a Filarmónica Varzeense rumou até à bonita aldeia da Cabreira.
Fomos muito bem recebidos por toda a população e otimamente bem tratados pela comissão em particular pelo Sr. José Nunes.
O nosso muito obrigado.

Festa na Candosa 15.08.2012

Mais uma vez, graças a um punhado de homens e mulheres de boa vontade, a festa da N. Sra. Da Candosa se voltou a realizar no bonito Cerro da Candosa com a participação da FILARMÓNICA VARZEENSE.
Deixamos aqui uma das lendas locais:
Uma das muitas e várias lendas, sobre o Cerro da Candosa, diz-nos que nos tempos em que os “Moiros” “andaram” por estas terras, teria vivido nelas, um “Moiro” que se converteu ao Cristianismo e se fixou na “Várzea”, vivendo, assim, num local bem aprazível.Este “Moiro” vivia da caça, da pesca, apanhava castanhas(1) (existiam muitos castanheiros naquela área), trabalhava a terra e “procurava ouro, nos rios Ceira e Sótão”.Porém, a sua vida de abundância e de tranquilidade “atraiu a inveja” de outros “Moiros”, que cobiçavam o solo onde ele vivia, tentando apoderar-se das suas terras. No entanto, nunca conseguiram concretizar a sua ambição, pensando que o “Moiro-cristão” tinha alguma protecção ‘divina’.Vendo que era impossível expulsá-lo daquelas terras férteis, resolveram pôr em prática o seguinte plano, isto é, inundar o vale (“dando assim origem à lagoa de Sacões”?)(2)Para tal mobilizaram todos os “Moiros” que viviam no vale (numa área de vinte léguas), com o fim de susterem todas as águas dos dois rios que se juntavam no “Cabril”. Trabalhavam desde o nascer ate ao pôr-do-sol, sem nunca pararem, tentavam fazer um dique.Utilizavam bois para puxar as enormes pedras (calhaus) que iam sobrepondo umas sobre as outras. Durante uma tarde, quando pararam o seu trabalho, os “Moiros” encontravam-se contentes com o trabalho que tinham realizado. Finalmente, uma grande parte da “barragem” já estava construida, o que queria dizer que estavam no “bom caminho”, e assim, desta vez, iriam atingir os seus objectivos, isto é, barrar, finalmente, a passsagem da água para jusante do Cerro da Candosa. A religião muçulmana não lhes permite trabalhar à sexta-feira. Desde modo, regressaram, todos, a casa, para descansar. No dia seguinte voltaram ao trabalho, porém, ao chegarem junto da “barragem” viram que esta tinha desaparecido. Ofendidos e escandalizados, os “Moiros” meteram mãos à obra, com o fim de reconstruirem a dita barragem. Trabalharam muito duramente e com grande preocupação, durante muitos dias. A obra estava tão perfeita, que parecia ser impossível destrui-la. Porém, mais uma vez, numa noite, quando todos estavam a dormir, o encarregado dos “Moiros” teve um sonho. Neste, via a barragem, novamente, destruida. Acordou e correu, apressadamente, para fora de casa, para ver o que realmente se passava. Então, verificou, mais uma vez, que a “barragem” tinha desaparecido.Acusou os guardas, que estavam de vigia ao acampamento, exigindo saber o que tinha acontecido. Aqueles porém, nada podiam dizer, porque nada, tinham visto.Mais uma vez os “Moiros” não se deixaram desencorajar e, pela terceira vez, meteram mãos à obra. Recrutando mais ajudas, assim, mais uma vez, a “barragem” foi construida, com maior altitude até que quase atingiu a sua conclusão. Porém, nessa noite, o encarregado “Moiro” teve outro sonho..No seu novo sonho viu uma Senhora sentada num burro, no cimo do “dique”. Quando o pequeno burro começou a caminhar, as pedras caíram e o dique desfez-se.O encarregado “Moiro” acordou do seu sonho, em pânico, e correu para o exterior. À sua frente ali estava ela, tal como no seu sonho. Sentada em cima de um burro, estendeu as suas mãos e as pedras começaram a cair e desapareceram pelo vale. Ele tentou correr em direcção a ela, mas, como paralisado, não foi capaz de mexer nem as suas pernas nem os seus braços. Quando, finalmente, estava livre daquela paralisação correu para o local onde a Senhora passou e viu as pegadas do casco do burro, gravadas na pedra, que ainda hoje lá estão.Mas os Mouros não desistiram. Repetidas vezes recomeçaram a construir o seu dique, e repetidas vezes a Nossa Senhora aparecia no seu burro e destruía-o.Finalmente, os Mouros começaram a compreender que seria o poder divino que protegia o Mouro-cristão e que a Nossa Senhora foi enviada como mensageira divina, para impedi-lhos de levarem a cabo o seu plano. Finalmente, o encarregado Mouro procurou o Cristão e disse-lhe: “Tentei tudo que podia para destruir-te. Mas Deus protegeu-te e enviou a Nossa Senhora para destruir o “dique” que tentei construir, para afogar-te. Deixa-nos fazer as pazes, e ensina-me como amar o teu Deus.”

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Concerto em Góis dia 10.08.2012

Integrado na  20ª edição da FACIG, com uma grande moldura humana e uma noite magnífica em termos de temperatura a FILVAR efectuou um magnífico concerto no dia 10.08 que foi bastante aplaudido por todos os presentes.

O nosso muito obrigado a todos quantos nos aplaudiram.
O nosso obrigado igualmente à Câmara Municipal e à organização do evento pelo convite formulado e pela ceia que nos proporcionaram.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Corpo de Deus em Vila Nova do Ceira

À semelhança dos anos anteriores, a comunidade cristã voltou a assinalar um pouco por toda a parte o Dia do Corpo e Sangue de Cristo, que este ano calhou a 7 de junho. Em Vila Nova do Ceira, este importante momento da comunidade católica voltou a ser vivido com muita fé e devoção. As comemorações deste dia, mais conhecido por Dia do Corpo de Deus, iniciaram na Igreja Matriz, com missa solene, celebrada pelo Pároco local, António Calixto, com a colaboração do Diácono António Carvalho.
Durante a celebração, as crianças que foram acompanhadas pelas catequistas Fátima Simões e Augusta Simões realizaram a Primeira Comunhão e os jovens, que foram acompanhados pela catequista Margarida Gouveia, reafirmaram os seus votos e fizeram a Profissão de Fé.
No final da Missa, para dar continuidade à solenidade litúrgica, teve lugar a procissão, onde a custodia foi transportada sob o palio e venerado o Corpo e Sangue de Cristo.
Com as ruas previamente enfeitadas, a procissão, acompanhada pela Filarmónica Varzeense, percorreu algumas ruas de Vila Nova do Ceira, sobre uma passadeira de flores, cautelosamente elaborada pelos varzeenses.
À semelhança dos anos anteriores, esta solenidade foi mais um marco decisivo para a afirmação da fé cristã do povo de Vila Nova do Ceira.
A Fábrica da Igreja Paroquial aproveita para agradecer a todos os que contribuíram para a elaboração da passadeira, ajudando a manter esta tradição e agradece também a imprescindível colaboração prestada pela Guarda Nacional Republicana de Góis que acautelou a segurança do povo e a orientação do trânsito.
In "O Varzeense"

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Corpo de Deus em Lamas

No dia 7.06 a FILVAR deslocou-se mais uma vez à freguesia de Lamas, concelho de Miranda do Corvo, para colaborar na festa do Corpo de Deus e festa da comunhão solene.
O mau tempo que se fez sentir impediu-nos de dar a entrada na rua principal. Assim começámos por tomar o pequeno almoço na casa paroquial, seguidamente colaborámos na Santa missa que foi depois seguida da procissão e por último acabamos por efetuar a pequena ruada que a chuva tinha impedido.
Neste dia estreou-se a tocar connosco o Rui que toca bombardino e o Dinis estreou-se a tocar tuba.
O nosso muito obrigado mais uma vez à comissão de festas que nos tratou muito bem
Bem hajam

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Igreja católica Celebrou a Páscoa

Á semelhança dos anos anteriores e tal como acontece um pouco por todas as paróquias, em Góis e em Vila Nova do Ceira realizaram-se, mais uma vez, as cerimónias de preparação para a ressurreição de Jesus e a anunciada Páscoa. O Jornal O VARZEENSE acompanhou as cerimónias de Domingo de Ramos e Domingo de Páscoa.

Em Vila Nova do Ceira
Domingo de Ramos (01/04) – Em Vila Nova do Ceira, as celebrações da Semana Santa foram presididas pelo P.e António Calixto e iniciaram no Domingo de Ramos, com a bênção dos ramos, junto à Igreja Matriz, seguindo-se a celebração da missa dominical, que contou com uma grande adesão de fiéis.

Domingo de Páscoa (08/04) – O povo de Vila Nova do Ceira celebrou a ressurreição de Jesus, com a Igreja cheia. Havia motivo para festejar – Cristo havia ressuscitado – pelo que, no final da celebração dominical teve lugar a procissão da ressurreição, acompanhada pela Filarmónica Varzeense e por um avultado número de fiéis.

Visita Pascal – Enviados, durante a Missa, pelo P.e António Calixto, diversos grupo de fiéis, percorreram toda a freguesia de Vila Nova do Ceira, na tarde do Domingo de Páscoa, anunciando a Boa Nova de “Cristo ressuscitado”.
"In O Varzeense nº 579 de 15.04.2012"
Neste dia saiu pela primeira vez com a FILVAR a Nair que foi a porta estandarte e a Marcia estreou-se a tocar trompa. As maiores felicidades para estas duas jovens. Que sejam muito felizes ao longo das suas vidas e, particularmente, na Filarmónica Varzeense.

Festa da Sra. do Pranto em Pousafoles e Lamas

No passado dia 22 de Abril a FILVAR rumou até Pousafoles e Lamas para abrilhantar a secular festa da Sra. do Pranto. Iniciámos a festa com uma pequena ruada pelas ruas de Pousafoles. seguidamente fomos presenteados com um suculento lanche. A bandeira, vinda de Dornes, acompanhada por bastes fiéis, uns a pé e outros de bicicleta, deu entrada em Pousafoles às 18 horas tendo-se efectuado de seguida a procissão em Pousafoles que teve depois continuação em Lamas. Após a chegada à igreja matriz de Lamas procedeu-se à celebração da Santa Missa. No final despedimo-nos com um agradecimento às simpáticas gentes de Pousafoles e Lamas que nos trataram muito bem.
Obrigado.
Até breve